AÇO, MADEIRA E GRANA

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Como escultor, curto trabalhar com aço e madeira. Também curto mobiliário estilo "industrial", cujas peças são feitas daqueles materiais, muitas delas sobre rodízios, além de diversos outros acessórios que caracterizam o estilo.
A coisa toda fica melhor ainda quando a matéria prima vem em forma de sucata, de graça, através das caçambas espalhadas pela cidade.
E o fechamento é este: é mais fácil vender 50 peças de mobiliário estilo industrial, do que uma única e mísera escultura de aço e madeira, plasmada com inspiração e carinho.

Urbanóticos

Urbanóticos são seres gerados por esse lixo contemporâneo chamado cidade. 
Embora não se confundam, neuróticos, psicóticos e urbanóticos são farinhas do mesmo saco.
O termo “urbanótico” foi criado por mim, após ver alguém chutar brutalmente o traseiro de uma idosa no centro de uma grande cidade, sem motivo algum.
A anciã desmanchou no chão mas sobreviveu.
Quanto ao chutador, fugiu ileso, sem levar porrada ou pipoco nos cornos.

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Plebe remediada

Algo me diz que a turma que estava empoleirada lá em Brasília, numa náice, achava que iria ficar na mordô o resto da vida. Mas agora vão ter de voltar a empurrar carrinho no supermercado novamente, lavar roupa em casa, ir na farmácia, limpar o cocô do cachorro, frequentar reunião de condomínio e por aí afora. Pra quem foi lorde por tanto tempo, não deve ser fácil voltar ao status de plebe remediada. Dá pra sentir de longe a dor de estômago dessa gente e seu mau hálito.

Comercial mais racista do planeta

Uma empresa chinesa fabricante de sabão em pó lançou um comercial que já é considerado o mais racista do planeta. É o seguinte: uma china enfia um sabão na boca de um homem negro e o empurra para dentro de uma máquina de lavar roupa. Segundos depois, ao abrir a tampa, sai de dentro da máquina um chinês totalmente branco. Questionados por meio mundo, os chineses afirmaram que não veem nada de mais no comercial. Tudo bem. Então a pergunta é esta: se enfiar um chinês, com um sabão atolado no rabo, nessa mesma máquina de lavar roupa sairia o que no final ? 
Clique para assistir o comercial maldito.

Ninguém afim de largar o osso

Dei um rolê pra conferir os tais artistas famosos que estavam batendo o pezinho para o Ministério da Cultura não ser limado.  Brincadeira. A quase totalidade desses caras é freguês de carteirinha da Lei Rouanet, a principal teta de seus projetos "culturais". Pena que o homem arregou. Deveria ter metido o pé na bunda tanto do Minc quanto do bando que não quer largar o osso, pago a duras penas pelo povo. O nome disso tem nome, chama-se: pilantragem.