O CORRUPTO E A RATAZANA

Um corrupto passou a mão em tudo o que roubou, transformou em barras de ouro e depois colocou-as em um baú.
A seguir enterrou o baú no jardim da casa funcional em que morava por conta do povo.
Todos os dias o corrupto ia visitar seu tesouro, sem perceber que era observado por um de seus quarenta assessores, pagos pelo povo.
Passado algum tempo, o assessor surrupiou o tesouro que seu mestre havia enterrado entre as belas flores do jardim.
Dias depois, quanto o corrupto foi fazer uma nova visita ao seu tesouro, descobriu que as barras de ouro foram roubadas, ficou desesperado e começou a gritar feito um louco.
Nisso um ratazana gorda que passava por ali perguntou o que havia acontecido.
Após saber o que estava enlouquecendo o corrupto, a ratazana disse: “Pra que entrar nessa de horror? Você tinha o ouro e não tinha. É só você encher de pedra o buraco onde estava o ouro e imaginar que o tesouro ainda está lá. Não vê que mesmo quando o ouro estava lá você não podia desfrutá-lo sob pena de cair nas garras da polícia ? Ter bens sem poder usufruí-los é o mesmo que não ter nada, seu otário…”

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RESPOSTA A UM CARECA DO CACETE

O grande Diógenes respondeu ao careca nanico que estava esculachando com ele da seguinte forma: “Olha carinha, o esculacho não é meu forte. Mas um milhão de parabéns a cada um dos fios de cabelo que desertaram dessa tua cabeça nojenta.”

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